Ser pai não basta…
Muitas ações organizacionais começam por impulso, desejo de visibilidade e (uma combinação ou tudo junto) de gerar momentum. Nada de errado, até aqui. E começar é bom, o dificil e mais importante é dar um significado e objetivo estratégico ao que se faz. Cuidar da cria, para que ele traga resultados palpáveis!
Falo, não sei se já se aperceberam, dos eventos de marketing externo e interno. Custosos como são, muitas vezes, ocorrem desconectados de uma estratégia ou linha de ação complementar que lhes deêm sustentabilidade e propiciem retorno real à organização. Pense nas suas participações em feiras e eventos: além do baito esforço para estar lá (e do estresse para tudo ficar pronto a tempo), alguém conversou com alguém sobre o que se pretendia e o que se deveria conseguir por estar ali? Era para anunciar um novo produto ou serviço para o mercado? Certo, mas quem é o público alvo? O que fazer quando encontrar com ele? Se era para conhecer talentos e tentar cooptá-los, e pra que? E depois, o que foi feito?
O mesmo ocorre nos eventos internos: são as reuniões anuais, festas corporativas, treinamentos, ações de melhoria de clima (não gosto deste termo, mas ainda não sei o porquê). Happy hours… Reuniões semanais… Todos eles deveriam ter uma finalidade, bem pensada e estruturada, para não passar de uma perda de tempo e de esforço.
O acaso também existe, mas na maioria das vezes, é preciso provocá-lo, para que seu evento (e a oportunidade que nele existe) não virem um ocaso. Filho exige planejamento e acompanhamento, fazer somente não basta!
Deixar comentário 26 Ago 2007

em prática, não se vai muito longe. A experimentação é o principal motor da renovação organizacional (interna ou externa). É boa parte daqueles 99% de transpiração necessários para se chegar a um novo produto ou serviço, a uma inovação. Sem espaço para experimentação e erro a organização engessa. E, gesso quebra fácil…