Planejamentos estratégicos previsíveis, metas incrementais, ano após ano… Extrapolação do passado e nenhum exercício do que será o futuro… Quem ainda não viveu isso? A organização não sai do canto, mas todos comemoram no final do ano, mas uma vez, as metas cumpridas… É, se o mercado permitir, e a concorrência deixar, mantem-se o status quo um pouco mais… Novo patamar? Hum-hum! Nunca! Mais 2 ou 3 anos. Até a crise pegar (e forte).

É preciso sonhar… E se ter um sonho para se realizar! Só o sonho, tanto na visão, como na paixão de quem coletivamente (sim, planejamento estratégico precisa ser coletivo) sonhou e se esforça e se compromete para torná-lo real é capaz de manter uma organização crescendo saudável. Sonho coletivo, pactuado, compromissado!

Planejamentos incrementais, ano após ano, só dão conforto (aparente) de estabilidade. Se seu planejamento estratégico não lhe traz angústias e frio na barriga, se os recursos e estratégias atuais permitem que ele seja cumprido, você está se comportando como um sapinho na chaleira d’água esquentando: o tempo passa, a água fica cada vez mais gostosa e… Adeus sapinho!